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Notícias: Discussão e Previsão - Outono 2010
 
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Autor Tópico: Comunicados IM e AEMET (Ibéria)  (Lida 9780 vezes)
tomalino
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« Responder #75 em: 09/04/09 - 14:31:03 »

Agosto quente e seco
Agosto2009-09-04 (IM)

A influência de um anticiclone centrado no Atlântico juntamente com uma depressão de origem térmica localizada no interior da Península influenciaram o estado do tempo em Portugal continental na maior parte do mês. Assim, Agosto foi caracterizado, na sua grande maioria, por dias de céu limpo e temperaturas do ar elevadas.

Os valores de temperatura do ar máxima, mínima e média foram superiores ao respectivo valor normal de 1971-2000, com as anomalias de +1,6ºC, +0,3ºC e +1,0ºC, respectivamente. Realçam-se dois períodos de tempo quente, de 11 a 19 e de 29 a 31 de Agosto. Neste mês foram, ainda, registadas temperaturas máximas do ar elevadas, iguais ou superiores a 40ºC, em particular na região Sul, com a Amareleja a registar valores máximos de 41,6ºC (dia 31) e Évora com 40,9ºC (dia 15). O número de dias em que se registaram temperaturas máximas superiores a 25ºC foi superior ao valor médio de 1971-2000, com especial incidência em toda a região Sul. Paralelamente, a frequência de "noites tropicais" (com temperaturas mínimas acima de 20ºC) também foi superior ao valor médio em alguns locais do País, nomeadamente na Grande Lisboa, Algarve e regiões interiores do Centro e Sul. Destaca-se Vila Real de Santo António com o registo de 21 dias de noites tropicais.

No período quente que decorreu de 11 a 19 desenvolveu-se uma onda de calor que afectou particularmente as regiões interior Norte e Centro.

Em termos de precipitação, a média da quantidade de precipitação em Portugal continental foi inferior ao valor médio de 1971-2000, sendo que variou entre 0,0 mm em praticamente todas as estações do Sul e 35 mm em Chaves.

A seca meteorológica mantém-se em quase todo o território continental, sendo que 37% do território se encontrava em situação de seca moderada, 34% seca severa e 25% em seca fraca. Apenas 4% se encontrava em situação de seca normal a chuva fraca.

Fonte: IM
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« Responder #76 em: 09/04/09 - 15:35:19 »

mais um mes a justificar o tanta polemica teoria do aquecimento global
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« Responder #77 em: 09/04/09 - 18:16:23 »

Um agosto quase normal  e para todos os gostos...
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« Responder #78 em: 10/09/09 - 15:22:35 »

O Setembro mais seco dos últimos 22 anosClima Setembro 20092009-10-09 (IM)

O mês de Setembro de 2009 foi o mais seco dos últimos 22 anos, em Portugal continental, sendo o 9º mais seco desde o início dos registos, em 1931.

A quantidade de precipitação registada no mês, no continente, situou-se bastante abaixo dos valores médios de 1971-2000, com uma expressão de 18% em relação ao respectivo valor médio, classificando-se, assim, Setembro como seco a muito seco na grande generalidade do Continente, com uma única excepção para o Baixo Alentejo. Em termos mensais, o mês registou uma quantidade de precipitação, em relação ao valor médio (1971-2000), inferior a 60% em quase todo o território, sendo mesmo inferior a 10% na região Norte e parte do Centro. Somente no Baixo Alentejo este parâmetro se situou acima do respectivo valor médio.

Setembro caracterizou-se por valores médios de temperatura máxima do ar superiores aos valores normais, 1971-2000, em todo o território do Continente, com uma anomalia de + 1,6ºC. A temperatura mínima situou-se muito próxima dos valores normais, com uma anomalia de + 0,1ºC e a temperatura média também acima dos valores normais com uma anomalia de + 0,8ºC.

Destaca-se, ainda, a ocorrência de duas ondas de calor em alguns locais da região Norte e Centro, uma com expressão no início do mês e a outra no final. Assim, de 6 a 12 em Monção e de 6 a 11 em Nelas e no período de 22 a 28 em Monção e Braga e de 23 a 28 em Anadia.

No final de Setembro mantém-se a situação de seca meteorológica, com agravamento em relação ao mês anterior, com a totalidade do território continental em situação de seca meteorológica, sendo que 43% se encontrava em situação de seca severa, 3% em seca extrema , 44% em seca moderada e 10% em seca fraca .

No Arquipélago da Madeira, os valores de temperatura máxima, mínima e média foram superiores aos valores médios de 1971-2000 no Funchal, com anomalias de + 0,6ºC, + 1,2ºC e 0,9ºC respectivamente, sendo próximos do normal em Porto Santo e as quantidades de precipitação inferiores ao valor médio.

No Arquipélago dos Açores, os valores de temperatura do ar foram superiores ao valor médio de 1971-2000 no Grupo Oriental e próximo dos valores normais nos Grupos Central e Ocidental, tendo as quantidades de precipitação sido inferiores em todo o arquipélago, com especial realce para as anomalias de - 58mm em Ponta Delgada e - 51 mm Santa Maria.
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« Responder #79 em: 10/16/09 - 18:55:09 »

Onda de Calor em Portugal continental
2009-10-16 (IM)
 
Na sequência deste período de tempo quente que se tem vindo a registar em Portugal continental, e de acordo com os dados observados na rede de estações do IM, entraram ontem em onda de calor as estações de Alcácer do Sal e Benavila (Ribatejo) e hoje as estações de Alvalade, Setúbal, Amareleja, Mértola, Alcobaça, Beja, Dois Portos (Torres Vedras), Lisboa, Santarém, Sines, Montijo, Sintra e Montereal.
Para os próximos dias prevê-se uma descida gradual da temperatura, mais acentuada a partir de Segunda-feira, pelo que a situação de onda de calor deverá terminar no fim-de-semana
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« Responder #80 em: 11/02/09 - 11:44:38 »

Outubro quente com onda de calor

2009-11-02 (IM)

O mês de Outubro caracterizou-se como um mês quente com os valores da temperatura ar a registarem valores médios da máxima, mínima e média do ar muito superiores ao valor médio 1971-2000, com anomalias de +2.7ºC, +1.5ºC e +2.1ºC respectivamente.
Ocorreram vários dias com temperatura superiores a 25ºC em muitas estações meteorológicas, verificando também dias com temperatura superiores a 30ºC em muitos locais do Centro e Sul.
Ocorreu ainda uma onda de calor em várias estações meteorológicas do Continente no período de 10 a 18 de Outubro.
A quantidade de precipitação ocorrida neste mês em Portugal Continental, foi próxima do valor médio 1971-2000, sendo de salientar as quantidades de precipitação ocorridas nos dias 6 a 7 e 20 a 25, com valores diários de precipitação elevados em particular no Norte e Centro do território, não se atingindo, no entanto, nenhum extremo diário para o mês de Outubro.

Fonte:IM
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« Responder #81 em: 11/06/09 - 12:16:04 »

O Outubro mais quente dos últimos 14 anos


O mês de Outubro, em Portugal Continental, caracterizou-se como um mês quente, sendo mesmo o mais quente dos últimos 14 anos em relação à temperatura máxima. Assim a temperatura do ar registou valores médios da máxima, mínima e média muito superiores ao valor médio 1971-2000, com anomalias de +2.8ºC, +1.7ºC e +2.2ºC respectivamente.

Ocorreram vários dias com temperatura superior a 25ºC em muitas estações meteorológicas de quase todo o País, verificando-se também dias com temperatura superiores a 30ºC em muitos locais do Centro e Sul.

Ocorreu ainda uma onda de calor em algumas estações meteorológicas do Centro e Sul do Continente no período de 10 a 18 de Outubro.

A quantidade de precipitação ocorrida neste mês, em Portugal Continental, foi próxima do valor médio 1971-2000, sendo de salientar as quantidades de precipitação ocorridas nos dias 6 a 7 e 20 a 25, com valores diários de precipitação elevados em particular no Norte e Centro do território, não se atingindo, no entanto, nenhum extremo diário para o mês de Outubro.


e agora um pequeno aparte....


Acto de vandalismo em estação sísmica da rede nacional


Uma das estações sísmicas do IM, localizada no Barlavento Algarvio, foi alvo de um acto de vandalismo tendo sido roubado um importante conjunto de painéis solares que alimentavam esta estação localizada em local remoto.

Esta acção motivou a paragem de funcionamento da estação sísmica, traduzindo-se num condicionamento da operacionalidade do sistema de vigilância sísmica nacional.

A utilização de energias renováveis, amigas do ambiente, faz parte das opções de configuração que o Instituto de Meteorologia tem vindo a adoptar nas várias redes de monitorização que opera, pelo que se repudia veementemente um acto que atenta contra a política energética do IM e coloca em causa o cumprimento eficiente da sua missão de vigilância.

 


Fonte: IM


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« Responder #82 em: 12/04/09 - 22:25:38 »

Seca meteorológica desagrava-se em Novembro
2009-12-04 (IM)
 
A precipitação registada no mês de Novembro em Portugal continental situou-se próxima dos valores normais (1971-2000), apresentando uma anomalia de + 13,4 mm.
As quantidades de precispitação ocorridas em Novembro levaram ao fim da situação de seca meteorológica na região Norte e litoral centro, de acordo com o Observatório de Secas do Instituto de Meteorologia. Nas restantes regiões mantém-se a situação de seca, com agravamento no Algarve e em alguns locais no Alentejo, numa expressão de 60% do território continental em situação de seca meteorológica, ainda que com grau de severidade pouco elevado.
Em termos nacionais (continente), os valores de precipitação situaram-se próximos dos valores normais (1971-2000), no entanto, em termos regionais e focando em especial a região Norte e Litoral Centro, os valores de precipitação registados foram particularmente elevados. Realce para o valor diário de 85 mm (entre as 09:00 UTC de dia 15 e as 09:00 UTC de dia 16) registado na estação de Porto/Pedras Rubras, valor este que corresponde ao maior valor observado nesta estação desde 1967 (o anterior valor era de 68,7 mm, em 14.11.1085).
No que diz respeito às temperaturas, Novembro apresentou valores de temperatura mínima e média do ar acima dos valores normais (1971-2000) com anomalias de + 1,6ºC e + 0,9ºC, respectivamente, sendo que o valor mensal da temperatura mínima constitui o 10º valor mais elevado desde o ínicio dos registos, em 1931. A temperatura máxima situou-se muito próxima do valor normal, com um desvio de + 0,1ºC.
No Arquipélago da Madeira, os valores de temperatura do ar, mínima, média e máxima, foram superiores aos respectivos valores normais. Quanto aos valores de precipitação, os mesmos situaram-se abaixo do valor normal.
No Arquipélag o dos Açores, os valores médios da temperatura do ar mínima, média e máxima foram inferiores aos respectivos valores normais, o mesmo sucedendo com os valores de precipitação, excepção feita às Flores (Grupo Ocidental) que registou valores de precipitaçáo superiores ao valor normal.

Fonte: IM
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« Responder #83 em: 12/14/09 - 14:19:26 »

Coisa estranha.. 


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« Responder #84 em: 01/08/10 - 14:39:01 »

Observatório de Secas - Antevisão
Cenários de Evolução

A evolução da situação de seca baseia-se na estimativa do índice PDSI, para 3 cenários diferentes
de ocorrência da quantidade de precipitação. Assim, tendo em conta a actual situação em
Dezembro/09, consideram-se os seguintes cenários para a precipitação em Janeiro/10

    * Cenário 1: Precipitação inferior à normal com valores que só são atingidos em 20% dos anos (Decil 2).
    * Cenário 2: Precipitação igual ao valor correspondente à probabilidade de ocorrência de 50% (Decil 5).
    * Cenário 3: Precipitação superior à normal com valores que só são atingidos em 20% dos anos (Decil 8 ).


Resultados:

Cenário 1:
    Estabelece-se novamente a situação de seca (fraca) nas regiões a sul do rio Tejo.
Cenário 2:
    A situação manter-se-ia idêntica a 31 de Dezembro, com uma parte da região do Sul ainda em seca fraca.
Cenário 3:
    A situação de seca termina em todo o território e agravam-se as classes de chuva do índice PDSI.

Antevisão

Tendo em conta a previsão mensal, que tem como base o modelo do Centro Europeu de Previsão a Médio Prazo (ECMWF), prevêem-se valores de precipitação total acima do normal (anomalias positivas de 0 a 30mm) para todo o território a sul do sistema montanhoso Montejunto-Estrela nas semanas de 04/01 a 10/01 e de 11/01 a 17/01, estendendo-se a todo o território nas semanas de 18/01 a 24/01 e de 25/01 a 31/01.

Desta forma tendo em conta esta previsão para as próximas semanas, haverá uma tendência para um desagravamento ou mesmo para o fim da situação de seca nas regiões do Sul que ainda estão em seca fraca, podendo desta forma os cenários com maior probabilidade de acontecer ser o 2 ou o 3.

Fonte: IM
 
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« Responder #85 em: 01/12/10 - 22:19:00 »

Situação de Tempo Severo na Região Oeste - Actualização Tempo severo Oeste 2010-01-12 (IM)

Na sequência da notícia editada em 28 de Dezembro de 2009 relativamente à situação extrema ocorrida na região Oeste do Continente na madrugada de 23 daquele mês, é hoje possível ao Instituto de Meteorologia actualizar a informação inicialmente disponibilizada.

O núcleo depressionário que atingiu a costa ocidental central portuguesa e a atravessou numa região entre Ribamar e a Lagoa de Óbidos, sofreu previamente um processo habitualmente designado por ciclogénese explosiva. Este processo iniciou-se devido a uma intrusão de ar estratosférico extremamente seco que causou o intenso e brusco cavamento do referido núcleo (diminuição acentuada da pressão atmosférica).

Em consequência deste desenvolvimento, a passagem do núcleo depressionário traduziu-se pela ocorrência de ventos extraordinariamente fortes à superfície. Os valores de vento máximo instantâneo (rajada) observados nas estações do IM na região, Cabo Carvoeiro e Dois Portos/Torres Vedras, foram de 140 km/h e de 142 km/h, respectivamente.

Entretanto, o estudo da situação, com o recurso às observações efectuadas pelo Radar Doppler do IM instalado em Coruche/Cruz de Leão, permitiu identificar, entre as duas estações, uma zona de ventos máximos instantâneos superiores aos valores acima referidos. Esta zona corresponde a uma faixa com uma largura de 30 km, orientada de Sudoeste para Nordeste, com uma extensão de cerca de 50 km, na qual o fenómeno foi observado entre as 4:00 e as 5:00 horas locais.

Como resultados preliminares deste estudo obtiveram-se, a partir das observações do Radar, valores estimados para o vento máximo instantâneo junto à superfície que excederam 220 km/h em alguns locais da região influenciada pelo fenómeno.

O aprofundamento do estudo, presentemente em curso, irá permitir uma melhor caracterização da situação e uma maior precisão nos valores estimados da intensidade do vento instantâneo e da sua distribuição espacial.


Fonte: IM


Pelos vistos tratou-se mesmo de uma ciclogénese explosiva....mesmo assim quanto aos ventos de 220km/h desconfio bastante....
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« Responder #86 em: 01/25/10 - 13:09:49 »

Una noticia interesante de "El País" de hoy:

Citar
La Xunta exige la transferencia de Meteorología tras los últimos fallos
Es la única comunidad, con Ceuta y Melilla, que no las tiene transferidas

Galicia cuenta con un eficiente y cada vez más potente servicio de observación, predicción y estudio del clima y del tiempo. MeteoGalicia, creado hace una década a raíz de un convenio entre la Xunta y la Universidad de Santiago, se ha ganado a pulso la reputación de ser el organismo que ofrece pronósticos del tiempo cada vez más fiables, precisos y específicos. Pero Galicia es la única comunidad, además de Ceuta y Melilla, que carece de capacidad decisoria en meteorología al no recoger su Estatuto de Autonomía las competencias exclusivas en esta materia. Mientras Cataluña o el País Vasco cuentan con sus propias estructuras y normas para predecir y responder ante cualquier fenómeno meteorológico, Galicia depende de la Agencia Estatal de Meteorología (Aemet).

El Gobierno autónomo planteará por primera vez al Estado el 2 de febrero, en la reunión de la Comisión Bilateral de Competencias, el traspaso inmediato en materia de meteorología, una vieja reivindicación que ha recobrado mayor fuerza tras los últimos fallos de la agencia estatal. La Xunta defiende estar más que preparada, en medios y capacidad de respuesta que ya hicieron sus pruebas, para asumir ya esas competencias.

La Aemet dio un aviso de un fuerte temporal de nieve el pasado 16 de diciembre que llevó a la Xunta a suspender las clases en toda Galicia. No hubo tal adversidad del tiempo, como prevía MeteoGalicia, de la que prefirieron fiarse, con acierto, las universidades, que sí mantuvieron aquel día las aulas abiertas.

Un mes después, la agencia estatal ha vuelto a estar en tela de juicio tras olvidarse de dar aviso a Protección Civil de la Xunta, como es su obligación para que se desplieguen los dispositivos de prevención y protección, de la alerta amarilla por fuertes vientos que declaró, aunque sólo en su web, a las 23.30 horas del pasado 14 de enero.

El vendaval, ahora bautizado Flora, que barrió tres horas después Galicia, de norte a sur y de oeste a este, con vientos de más de 150 kilómetros por hora, dejó a 200.000 hogares sin electricidad e innumerables desperfectos materiales. MeteoGalicia llevaba toda aquella jornada dando alerta amarilla, aunque sólo en el litoral, y también falló en sus cálculos al no prever que la borrasca se desviaría a tierra y con tanta intensidad.

Las contradicciones entre las previsiones de los servicios autonómico y estatal son tan constantes como evidentes. "Defectos de forma" y diferencias de criterios en la lectura de la información climatológica están en el origen de la mayor parte de las discordancias entre la Aemet y MeteoGalicia, según los meteorólogos. Y aunque no se evitarán siempre los errores con el traspaso a Galicia de las competencias en una materia que "no es una ciencia exacta", destaca Vicente Pérez, director de MeteoGalicia, sí se podrá reducir considerablemente.

Galicia aspira, dice la Consellería de Presidencia, a seguir los pasos de Cataluña, que da sus propios avisos del tiempo y reforzó la cooperación entre organismos. Y más con los nuevos medios que está poniendo en marcha MeteoGalicia, como la ampliación de servicios específicos para cada sector o el potente radar en construcción en Cuntis (Pontevedra), que permitirá observar y prever con gran precisión cualquier frente de precipitaciones

El servicio meteorológico gallego, con una reducida plantilla de 35 personas, nació precisamente, recuerda Pérez, para dar información del tiempo más cercana y fiable al dividir en zonas una comunidad de compleja orografía y con tantos como diversos microclimas. MeteoGalicia, que se ganó a pulso su reputación "a medida que le fue resultado útil y fiable a la gente", está afinando sus modelos de predicción, que ya son "sistemas de ecuaciones matemáticas de muy alta resolución", para prever el tiempo con mayor exactitud en cada rincón. Ahora hace observaciones y pronósticos en radios de cuatro kilómetros, cada uno, y ya está ensayando en las Rías Baixas un modelo para poder reducir sus predicciones a radios de 1,3 kilómetros.
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« Responder #87 em: 01/27/10 - 12:05:18 »

Situação de tempo severo no Oeste - Estimativas do Radar (IM)

No desenvolvimento dos trabalhos técnicos executados no IM, I.P., para uma melhor caracterização do fenómeno meteorológico que afectou a região do Oeste, na madrugada de 23 de Dezembro do ano transacto, recorreu-se à informação disponibilizada pelo Radar Doppler, instalado em Coruche.

Este equipamento de detecção remota viabilizou a estimativa do campo do vento instantâneo ao nível de 10m do solo, complementando os apuramentos observacionais extraidos das duas estações meteorológicas do IM, que haviam registado valores de velocidade máxima instantânea (rajada) na ordem dos 140 km/h.

Da informação obtida foi possível concluir que numa área relativamente limitada e caracterizada por cotas baixas, situada entre Ericeira e Praia da Areia Branca, com evolução de Sudoeste para Nordeste, esteve sujeita a ventos instantâneos extremamente intensos, com valores que oscilaram entre 100 km/h e mais de 230 km/h, consoante a hora e a região afectada, sendo o valor máximo (estimado) registado às 04:26, hora local.

No âmbito dos seus trabalhos de investigação científica o IM aprofundará o estudo do fenómeno, no sentido de uma completa caracterização e para um aperfeiçoamento dos modelos de previsão que viabilizem a antecipação de condições meteorológicas extremas como a ocorrida em 23 de Dezembro, bastante raras no seu desenvolvimento com esta configuração.

 
  - Situação de tempo severo no Oeste - Relatório:
http://www.meteo.pt/resou...ias2009/RelVentoOeste.pdf

Vejam o relatório, está muito bom
Tudo aponta para um sting jet (corrente de jacto à superfície).
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« Responder #88 em: 01/27/10 - 12:53:40 »

Situação de tempo severo no Oeste - Estimativas do Radar (IM)


Vejam o relatório, está muito bom
Tudo aponta para um sting jet (corrente de jacto à superfície).


a discussão será feita aqui : http://meteoiberia.com/fo...x.php/topic,2356.new.html
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« Responder #89 em: 02/09/10 - 14:35:15 »

Janeiro chuvoso e com neve

Relatório Clima Janeiro

O mês de Janeiro registou uma quantidade de precipitação, em Portugal continental, superior ao valor médio de 1971-2000, com uma anomalia de + 29mm.

Os valores de temperatura do ar registados situaram-se muito próximos dos valores médios de 1971-2000, com anomalias de -0,1ºC na temperatura máxima, + 0,1ºC na temperatura mínima e com a temperatura média a registar valor igual ao respectivo valor médio). No entanto, e apesar dos valores médios da temperatura do ar, observaram-se, neste mês, dias com valores de temperatura muito baixos, acompanhados de vento, o que se traduziu numa maior sensação se frio.

Janeiro destacou-se também pela queda de neve, no dia 10, em muitas regiões do Norte e Centro e em particular em altitudes baixas, fenómeno pouco frequente na maior parte do território.

Relativamente à situação de seca meteorológica, no final de Janeiro nenhuma região do continente se encontrava em situação se seca meteorológica.

O Arquipélago da Madeira registou valores de temperatura do ar superiores aos respectivos valores médios de 1971-2000, com anomalias de + 0,9ºC na temperatura máxima, + 1,3ºC na temperatura média e + 1.6ºC na temperatura mínima. A quantidade de precipitação foi superior aop respectivo valor normal, com uma anomalia de + 18,7 mm.

No aquipélago dos Açores, registaram-se valores de temperatura máxima do ar inferiores aos valores normais de 1971-2000, sendo que a maior anomalia se registou em Ponta Delgada, com - 0,5ºC. Os valores de temperatura média e mínima foram superiores ao normal em todos os grupos do Arquipélago ( a maior anomalia de temperatura mínima registou-se em Santa Maria, com + 1,4ºC). No que diz respeito aos valores de precipitação, os mesmos foram superiores em todas as ilhas, com realce para Santa Maria que registou 200% em relação ao valor médio.

20102010-02-09 (IM)
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